terça-feira, 6 de maio de 2014

Relações Etnico Raciais



O vídeo mostra a espontaneidade de criança, o como elas conseguem se verdadeiras e diretas em suas falas. Mas me faz questionar o quanto à sociedade influencia esta e outras crianças nos dias de hoje. Todos ao ver o vídeo acham fofa a criança querendo ter uma pele “negla’’, mas se fosse ao contrario? 

Se fosse uma criança negra querendo ter uma pele branca? A mídia de um modo geral nos traz como padrão de beleza a mulher caucasiana e magra, e as crianças desde pequenas tende a querer se encaixar neste padrão para ser mais bem vista pela sociedade. Seu sucesso na vida depende disso, depende de como todos ao seu redor vai te olhar para poder te respeitar.

 Baseamos nossas vidas inteiras em tentam alcançar padrões impostos pelos outros a fim de ser aceito em determinados grupos ou sociedades. O pior é quando estes grupos sofrem o preconceito por ser diferente, é menosprezado por características que na maioria das vezes ele sequer pode definir. Isso que era o preconceito e a discriminação, que nós como futuros educadores temos que nos atentar.

 Cabe a nos mostra como iguais todos somos e como merecemos o respeito assim como devemos respeitar todos independente de qualquer coisa. Só tentando começar as mudanças por nós mesmo e depois por nossas crianças e que enfim conseguiremos viver como sempre se tinha que ter acontecido: com igualdade entre todos.

2 comentários:

  1. Muito legal, Sara. Tornar visível a história dos povos indígenas e dos afrodescendentes é o primeiro passo para quebrar a manutenção e a reprodução dos preconceitos. Também é importante abrirmos o olho com esse discurso da igualdade, afinal, por que não reafirmamos e nos respeitarmos dentro das nossas diferenças?

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  2. Muito bom, Sara. Acho que é por aí mesmo. Se a igualdade entre todos e todas não existe, é preciso construí-la tendo como base o reconhecimento das diferenças. Sem esse reconhecimento do outro como um sujeito tão legítimo quanto eu, como vou falar em igualdade. E o reconhecimento das diferenças passa por aí: voz, imagem, espaço, demandas desses grupos serem respeitadas e visibilizadas. bjs obrigada!

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